domingo, 29 de agosto de 2010

"APRENDENDO A VIVER"




A vida nos leva a sofrimentos inevitáveis como as derrotas que deixam pelo caminho sementes que nos levam, na maioria das vezes,  a conquistar vitórias que nos fortificam física e mentalmente. Aprendemos passo a passo a grande lição que vida se encarrega de nos fornecer. Tudo que conquistamos só pode ser nosso se existir dentro de cada um de nós, se refletir dentro de nossa própria alma. A vida se encarrega de nos mostrar as oportunidades nos tornando aptos para a vida neste mundo.


Nesta vida temos que aprender a viver, aprender a conviver neste mundo para poder sobreviver. Temos que procurar entender e aceitar as pessoas do jeito que elas são mesmo que nossas idéias sejam diferentes. O fato de gostarmos de alguém não obriga que tenha que ser igual a minha maneira de ser e pensar.

Amar é aceitar as pessoas do jeito que são com seus erros e  qualidades.  Para um bom relacionamento é importante entender a pessoa amada e respeitar a sua individualidade e aceitá-la como é.

E os nossos amigos? Quem são eles? Aonde se encontram? Aonde guardamos os nossos sentimentos?
O fato questionarmos tanto é porque a vida, dia a dia, nos mostra uma coisa nova, um caminho novo - é o eterno aprendizado não importando se somos crianças, jovens ou  adultos.

"O que realmente importa nessa vida é a família, os verdadeiros amigos, o amor, a realização como ser humano e profissional e a paz interior."

VIVO A VIDA


Vivo a vida faça sol ou faça chuva
Vivo a Vida como se fosse uma criança
Vivo a vida esperando a felicidade chegar
Vivo a vida esperando meus sonhos realizar
Vivo a vida na busca de amigos do peito
Vivo a vida na busca do amor verdadeiro
Vivo a vida errando e aprendendo
Vivo a vida pensando que sei tudo e nada sei
Vivo a vida admirando a  natureza
Vivo a vida admirando tanta beleza
Vivo a vida buscando um dia especial
Vivo a vida na espera de um grande amor
Vivo a vida caminhando livremente
Vivo a vida tendo uma linda família
Vivo a vida cercado de verdadeiros amigos
Vivo a vida cheia de amor no coração
Vivo a vida de um profissional realizado
Vivo a vida vivendo e aprendendo.



"Não me importo com rimas, gírias ou mentiras,
apenas vivo a vida, seja ela sofrida ou com alegrias,
mas que seja bem vivida."

Rene santos
40a. Edição - Vivendo e Aprendendo

Imagens retiradas da NET

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

"SOU UMA SONHADORA REALISTA"



Falar em ser sonhador ou realista precisamos analisar a diferença que existe entre um e outro. Conforme fui amadurecendo percebi que ser Sonhadora e ser Realista tem muita diferença, mas me considero uma realista que sonha com tudo e muita coisa é fruto da mi há imaginação. A essência da vida se completa no simples fato de podermos sonhar, almejar uma conquista, lutar por um objetivo com todas as forças que dispõe, mas isso tudo não pode ser feito só no imaginário. A realidade é a certeza de estar com os pés no chão e ter a consciência de que precisa trabalhar para poder sobreviver.

Quantas pessoas passam a vida toda sonhando com tudo e todos e deixam de viver suas vidas na realidade.
Fantasiamos o que queremos e como queremos em cima do outro e procuramos não ver os defeitos.
Fantasiamos situações que nos façam sentir felizes e quando enxergamos a verdade por de trás, ficamos arrasadas.

Pesquisando encontrei um comentário que contava sobre “ uma mulher que sonhou em viver num conto de fadas, a vida toda e se casou com um homem que com o tempo, engordou, perdeu um dente e chegava soado do trabalho.
Ela, por sua vez, não conseguia mais gostar dele e foi descoberto que a falta de amor da parte dela, foi porque sua realidade era muito distante do mundo que sonhava...”


Tudo que sonhamos e fantasiamos é muito diferente do que a vida nos proporciona. Mesmo assim, podemos ser felizes, basta sabermos lidar com nossa realidade, aceitá-la e valorizá-la.
A realidade é muito mais forte do que toda e qualquer sonho idealista que construímos no decorrer de nossa vida.


Estando mais conscientes da realidade fica mais fácil enfrentar o mundo com simpatia e atitudes, ao invés de se revoltar entrando em desespero. Quando aprendemos a ficar frente a frente com a dura realidade, vivê-la sem mentiras, o mundo se abre. Perdemos uma parte da inocência e passamos a ter consciência do que as outras pessoas pensam, e até que ponto o pensar delas pode nos influenciar.

Chegamos a um patamar onde encontramos a realidade difícil, a realidade de lutas aonde surgem às vitórias e o conhecimento que é a salvação. Tudo fica mais real, mais sólido, aceitável.
Viver num mundo de mentiras e ilusões pode acabar com uma vida tirando todo o potencial que uma mente pode dar ao mundo. O desespero de tomar conhecimento da realidade pode nos atingir e levar a famosa depressão que é a síndrome da época.


Todos temos que viver a vida de uma forma realista, pois é assim que nos mantemos vivos e preparados para os desafios que temos que enfrentar no dia a dia. Claro que devemos ter nossos sonhos, pois isso alimenta a nossa alma como viver momentos bons cheios de sentimentos de amor, de amizade, de felicidade.

Rene Santos
100a. Edição - Sonhadores


Imagens retiuradas da NET
G33K4U / Variedades de Vida

terça-feira, 24 de agosto de 2010

"O SEGREDO DO PASSADO"


Escondia um segredo do meu passado que somente uma pessoa sabia. Essa pessoa era o Júlio, um amigo de infância, advogado influente, que na época conseguiu me salvar de ser presa por porte e uso de drogas.
Pior que tudo isso foi a vida promíscua a que me levou esse vício, as pessoas com quem me relacionava cada vez mais levavam  para o fundo do poço. Consegui destruir quase toda a herança que recebi pela morte dos meus pais em um acidente de avião. Durante esse período de minha vida convivia com pessoas influentes. Todos sabiam quem eu era e usavam de chantagem para que eu os servisse em troca do sustento do meu vício.

Depois que fui detida durante uma batida policial na Boate Dallas é que a minha vida mudou. Meu amigo Júlio além de me ajudar, me levou para uma casa especializada em recuperação de viciados. Lá fiquei durante uns três anos, consegui me recuperar e sai com um emprego de lojista numa cidade do interior. Morava com uma amiga e me sentia bem levando uma vida normal e indo bem na loja que trabalhava.

Aos domingos costumava passear na praça da cidade onde havia uma feirinha de artesanato e sempre aproveitava para olhar as novidades e encontrar pessoas amigas. Num desses domingos me assusto ao perceber que estava naquela praça uma das pessoas que me relacionava no meu triste passado. Procurei esconder o rosto para não ser reconhecida, mas mesmo assim tive a impressão de que ele havia me reconhecido e, o pior, é que ele era jornalista de uma coluna do Jornal Cidade da capital. Procurei não dar muito importância ao fato e segui em frente indo para casa.


Passadas algumas semanas, estou entrando na loja para iniciar o meu dia de trabalho, quando observo que todos estão me olhando o que me deixou intrigada. Antes de perguntar o que estava acontecendo a Gerente da Loja foi logo me passando o jornal para eu ler. Em primeira página estava lá a minha foto de alguns anos atrás num estado deplorável e, ao lado, a minha foto passeando na praça olhando uma barraca de bolsas de palha. Já sabia qual era a matéria porque quando fui detida pelos policiais a mesma foi proibida de ser publicada. O meu amigo advogado cuidou de tudo e ficou tudo acertado e sem publicação alguma.


Liguei logo para o Júlio avisando o que tinha acontecido e este foi logo entrando em contato com a redação do Jornal para falar com o “tal sem caráter” e assim que ele atendeu ao telefone foi logo dizendo:
- Falei para você não publicar aquela história que só iria prejudicar àqueles que se comprometiam a aceitar o tratamento. Vejo que não vales nada mesmo, pois por pura maldade publicas uma história que já morreu e que não interessa mais a ninguém.

Resumindo o assunto ele conseguiu que fosse publicada outra matéria falando sobre a vida das pessoas que se recuperaram do vício e hoje levavam uma vida normal, trabalhando, estudando e procurando reconstruir uma nova vida.

Mesmo com todas as explicações e com a poeira assentada, a vida naquela cidade já não foi a mesma para mim e um ano depois estava saindo de lá e indo morar em Londres, onde tinha conseguido uma bolsa para estudar comércio exterior através de um intercâmbio cultural e tinha garantido também um emprego.


Minha vida to
mou um novo rumo e continuo em Londres, terminando meus estudos e trabalhando. Estou morando com um Inglês que é economista e pretendemos nos casar até o final do ano.

Apesar daquele triste segredo do passado posso dizer que hoje vivo um presente que me trará um futuro promissor. Obrigado meu amigo Júlio.

Rene Santos


58a. Edição Frase Livro

Imagens getty images e google

sábado, 14 de agosto de 2010

"O meu calhambeque"


 
 
Entrei no carro dei a partida e senti uma sensação de liberdade misturada com felicidade. Foi assim que me senti quando recebi a minha Carteira de Motorista e ganhei do meu companheiro o meu primeiro carrinho. Era uma Brasília um pouquinho gasta, mas era o meu “Calhambeque” que me levou a muitos lugares apesar de tantos quilômetros rodados. Não era uma Brasília amarela como a dos “Mamonas Assassinas”, mas era uma princesa na cor marfim. Como passei momentos divertidos dirigindo o meu velho carrinho que dava para o gasto e me sentia até a “Senhora Buscapé” andando no seu Calhambeque antes de viver em Beverly Hills.

Diariamente seguia para o trabalho motorizada dirigindo com cautela e adquirindo mais segurança e confiança no decorrer do tempo.
 


Os dias transcorriam na mesma rotina até ter que comparecer a reunião de pais no colégio de meu filho. Sai um pouco mais cedo do trabalho e lá fui, num final de tarde, subindo a Serra que me levaria a Escola. Cantarolando a música que tocava no rádio ( não me perguntem qual era) subitamente me deparo com dois carros dando marcha ré em plena curva, levei um susto e fui automaticamente diminuindo a velocidade. Fui logo reclamando, chamando de loucos e etc...

Continuando a minha viagem entro na curva tranquilamente e, de repente, dou de cara com uma cena na minha frente que não sabia se tinha entrado num " Drive in" onde passava um filme de bandido ou se realmente era verdade o que estava vendo. Sim era verdade estava no meio de um assalto e resumindo a história em poucos segundos estava sendo rendida com um 45 no pé do ouvido.
A minha reação foi zero, fiquei paralisada e só me lembro de ter olhado pelo retrovisor e avistado uma moça num Monza preto. Depois disso foi um desespero, pois chegou a polícia atirando para todos os lados que parecia estar no meio de uma guerra.Como tive sorte, pois os bandidos correram para se defenderem e eu fiquei agachada junto aos pedais do meu velho carrinho que me protegeu dos tiros e permitiu que eu estivesse aqui contando essa história.

Foram momentos terríveis e confesso que não parava de rezar e só conseguia pensar no meu filhinho que estava lá me esperando.
 


Rene Santos

9a. Edição - Projeto In Verbis


(Imagen retiradas da NET)

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

"Pai te amei"



Pai te amei a distância
Com medo de me chegar
Porque você não sorria
Nem sentia o teu olhar.



Pai te amei no silêncio
Com receio de contar
Porque você vivia calado
Nem sentia sua voz a soar.



Pai te amei com orgulho
Com o coração a vibrar
Porque você era meu herói
Nem me continha até o sol raiar.



Pai te amei de verdade
Com todas as minhas forças
Porque sabia que com a idade
Nem resistir conseguirias.



Pai te amei na certeza
Com a alma cheia de esperança
Sabendo que de onde esteja
Não esquecerias da sua criança.



Pai te amei
E para sempre te amarei
Nunca te esquecerei
E contigo sempre estarei.




Rene Santos

1a. Edição Poema/Poesia - Pai
Projeto Bloínquês
Imagens retiradas da NET

O que ele é para você?


O que ele é para você?
Meu pai foi e sempre será o exemplo de um homem que viveu para a família. Deixou um dos legados mais importantes para um ser humano a dignidade, o caráter e a educação.
Desde cedo cultivou em todos os filhos o hábito pela leitura. Era um homem um pouco fechado, pois estava sempre envolvido com o trabalho de publicitário ou em seus livros e hobby's.
Todos os dias chegava a casa com um livro debaixo do braço e nos bolsos as balinhas para os cinco filhos que corriam para pegar.
Com o passar dos anos não havia espaço para guardar tantos livros e revistas. Papai, depois de muitas reclamações da mamãe, começou a ler sobre carpintaria aprendendo nos livros tudo sobre o ofício. Lembro como se fosse hoje da estante que ele construiu na sala pegando toda a parede sobre o sofá e ainda tinha na lateral uma escrivaninha para a sua leitura noturna e seus apontamentos.
Tinha outros hobby's que também aprendera através dos livros como consertar geladeira, enceradeira, televisão, rádio e outros aparelhos da época.
Poderia ficar aqui enchendo este texto de tantos momentos maravilhosos que vivemos juntos, da sua preocupação constante conosco para que conseguíssemos uma boa colocação no mercado de trabalho.
Falar do carinho de pai e recordar de uma infância onde brigávamos pelo colo dele para brincar de cavalinho, das histórias que nos contava nos levando a viajar pelo mundo encantado da imaginação, das piadas engraçadas que nos levava a intermináveis gargalhadas, dos passeios no parque. Falo aqui sempre de nós, porque papai cultivou o amor e união entre os irmãos que existe até hoje apesar de sua ausência.
O amor pelo meu pai é um amor incondicional, um amor verdadeiro, um amor puro e que sempre estará vivo dentro de mim.
Até onde você seria capaz de ir por ele?
Até o fim do mundo assim como iria pela minha mãe, pelos meus irmãos e hoje, pelos meus filhos e netos.
Cabe a nova geração procurar levar aos seus filhos os mesmos ensinamentos, esperando que essa união familiar se perpetue por várias gerações.
É tão bom poder se expressar através das imagens e separei algumas que  poderão demonstrar o que meu pai foi para mim.

Amor e carinho
Amigo
Infância divertida
Leitura
Educação
União familiar
 Rene Santos
 Edição Opinativa - O que ele é para você?

 Imagens retiradas da NET e Getty imagens

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

"TROTE DE BOAS VINDAS"

O trote sempre foi visto como uma forma de boas vindas aos novos universitários que chegam com grande euforia, cheios de ansiedade e satisfação numa mistura de emoções por terem conquistado, depois de muito estudo, tão desejada vaga. Significa o início do seu “grito de liberdade” que mais a frente abrirá as portas de um mercado promissor de tantos profissionais de sucesso.

Os chamados “calouros” são recebidos, em seu primeiro dia de aula, com uma grande festa de boas vindas pelo veteranos. Essa festa nada mais é do que o tão temido trote que, em outras épocas, era organizado normalmente na Quadra de esportes da Universidade onde lhes aplicavam uma série de brincadeiras sadias como: pintar o rosto, as unhas, pedir para plantar bananeira, enfim várias atividades hilárias tendo como protagonistas os calouros que se divertiam e animavam a todos. Toda essa confraternização criava um laço de integração dos novos alunos a comunidade universitária já existente.

Este tipo de trote é realmente válido, gratificante e sinto orgulho em ter participado dessa época.

Podemos comparar o trote a vários tipos de eventos como chá de panela, chá de bebê e muitos outros que visam a comemoração de felicitação aos noivos pelo casamento, de boas vindas ao bebê que vai nascer. Uma forma de festejar, de mostrar alegria, de juntar os amigos e comemorar tão contagiante felicidade e é assim que vejo e aceito a brincadeira do “trote”.

Nos tempos de hoje presenciamos formas tão agressivas, cruéis e muitas fatais que transbordam a mídia fazendo do trote uma punição e não uma confraternização. O trote na maioria das vezes já não é mais aplicado dentro do estabelecimento universitário, pois a direção se opõe a responder por atitudes que nem mesmo planeja controlar ou organizar, deixando a livre arbítrio na mão de alguns “jovens insanos” que no vício de liberar tão maligna adrenalina e, espelhados nos heróis dos vídeo games que convivem desde a infância, se divertem sem imaginar quais as conseqüências.

Quantos jovens foram atingidos por estas formas cruéis de trotes, levados a deficiências físicas e mentais com traumas irremediáveis, deixando os seus entes entregues na esperança de um dia vê-los recuperados. Quantos vidas se foram e com elas os seus sonhos e de suas famílias, restando a dor e a tristeza de tamanha atrocidade.

Todos os anos, no período dos trotes nas universidades, presencio nas ruas milhares de jovens, com seus corpos pintados, pedindo “esmola” nos sinais de trânsito, abordando os pedestres na rua. Esmolas que serão utilizadas para comemorarem enchendo a cara de cerveja às custas dos outros. Que exemplo é esse? Espelhar-se na forma mais ostensiva e combatida no mundo de hoje onde crianças, jovens adolescentes são obrigados a pedir esmolas, na maioria das vezes, para sustentar o vício de seus pais ou quem quer que os “usem” , que ficam a espera do fruto deste crime sentados em seu pedestal de destruição.

Qual a solução para evitar que esse tipo de trote que virou um pesadelo continue a ocorrer todos os anos ? Deixo aqui a minha opinião e gostaria muito que fosse a opinião de uma grande maioria, para que pudesse ter a esperança de se tornar uma realidade. O que deveria ser feito em primeiro lugar seria criar uma lei proibindo o trote fora do estabelecimento de ensino. Permitindo que qualquer manifestação de trote só ocorra dentro da universidade.

Cada estabelecimento determinaria suas próprias regras podendo permitir ou não tal evento. Poderia haver a criação de uma comissão de alunos veteranos que ficariam responsáveis em organizar a recepção dos calouros de cada período/ano respeitando as normas pré estabelecidas pela reitoria da universidade. Atualmente, em alguns estabelecimentos privados, aplicam o trote solidário que é a obrigação do calouro levar algum mantimento não perecível para ser doado para uma entidade beneficente.

Várias seriam as soluções que nossas autoridades já deveriam estar colocando em pauta como uma de suas prioridades, visando acabar com essa tristeza de acontecimentos que dispara na mídia constantemente. Soluções que façam com que o trote volte a ser motivo de festa, de alegria de confraternização, que volte a ser o trote de boas vindas.


Rene Santos
"Vamos acabar com isso. . . "

20a. Edição Opinativa - Trote
Projeto Bloínquês

Imagens retiradas da NET

"Ao meu Amado Pai"


Vou lhe contar tudo o que eu nunca disse, pai desde do tempo que esteve presente ao meu lado. Como eras tão importante na minha vida, meu amigo e companheiro de todas as horas, meu protetor e defensor dos meus medos e inseguranças, meu exemplo de ser humano digno e trabalhador, meu herói. Pai eras tudo isso e nunca fui capaz de parar para lhe dizer “eu te amo”.

Quanta saudade sinto dos tempos em que me abraçava, me beijava, das brincadeiras de cavalinho sentada em seu colo, das muitas  gargalhadas  ouvindo as suas piadas, do tempo em que ficava esperando chegar do trabalho para logo ir procurando nos seus bolsos as balas que sempre estavam lá para mim.

Pai que saudades que sinto de não ter estado ao meu lado para me ver  crescer, me formar, me casar. Como gostaria que tivesse conhecido o seu neto que tem tanta coisa que faz lembrar você , seu jeito de andar, seu sorriso, seu olhar ... oh meu pai como fostes tão bom para mim, uma bondade que sinto tanto falta neste mundo que hoje é tão escasso deste sentimento.

Meu pai hoje acordei pensando em ti e com meu coração apertadinho sentindo a tua falta, lembrando dos momentos que marcaram nossas vidas.

Saiba que, mesmo estando ausente, nunca vou lhe esquecer  e tenha a certeza que continuarás sendo uma pessoa especial que vive dentro de mim.

Com todo o amor de sua filha

Rene Santos 


5a. Edição Carta - Projeto Bloínquês
8a. Edição Especial - Dia dos pais
Projeto In Verbis


(Imagens retiradas NET)