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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

" O BLOÍNQUÊS NA MINHA VIDA"


Existem momentos em nossas vidas que apesar de estarmos cheios de gente ao nosso lado se forma um vazio inexplicável. A minha vida seguia seu ritmo, mas faltava algo que eu mesma não sabia aonde buscar as respostas que precisava. Estava numa transformação de vida interior, cheia de dúvidas e inseguranças do que estaria por vir e do muito que ainda queria fazer e achava que já era tarde demais.

No trabalho conheci uma pessoa linda e maravilhosa que me levou a esse mundo espantoso da Blogosfera. Hoje somos amigas inseparáveis e posso dizer que é a filha que eu não tive. Com seus ensinamentos montei o meu primeiro blog onde comecei a rascunhar algumas postagens sobre assuntos diversos. Começaram a surgir os seguidores com seus comentários e com isso fui seguindo por outros caminhos, conhecendo blogs com assuntos desde os mais simples aos mais polêmicos.

Foi num dos passeios que cheguei a um blog de projeto que estava se iniciando e fiquei namorando as suas primeiras edições sem participar. O projeto apresentava uma imagem para que descrevesse através de um texto. Participei a primeira vez e depois a segunda até que visitando um dos blogs vencedores verifiquei que na aba lateral havia um logo do “Projeto Bloínquês” e lá fui eu conhecer.

Fiquei apaixonada a primeira vista e em 16 de abril de 2010 participei das Edições Visual e Conto / História e dali em diante o Bloínquês passou a fazer parte da minha vida.

Queria escrever com liberdade expondo meus sentimentos, fazendo fluir a minha imaginação sem precisar dos meus "eus", marcas e registros. Foi com o Bloínquês que nasceu a Rene Santos, um nome artístico que já deu um pouco o que falar, mas que continua presente tendo todo o carinho do projeto e dessa equipe de moderadoras que de vez em quando dão uns puxões de orelha, pois sou rainha em postar em cima da hora ou até depois.

Repito o que disse na carta que escrevi ao BLoínquês pelo aniversário de um ano de que estou  há quase uma gestação participando de suas edições que entre erros e acertos, tristezas e felicidades me fizeram aprender muito. Aprendi principalmente a não saber viver sem contracenar neste mundo da criatividade, da imaginação, do amor, da paixão e da magia de escrever.

Fazer críticas ao projeto eu não tenho porque para que possa fazê-las eu teria que ter motivos e conhecimento para tal.  Como benfeitoria gostaria de dizer que como o projeto se iniciou através da comunidade no Orkut muitas participações ficam esquecidas nos comentários do Blog o que deveria ter mais atenção.

Fora isso só tenho a dizer que amo estar aqui como participante e que cada semana mesmo com pouco tempo corro para  dar a minha presença. É meu hobbie favorito.

RSantos

42a. Edição Opinativa
Tema:


imagem da NET

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

" Afinal, o que querem os Homens ? "

Tenho que confessar que o Homem é uma presença constante em minha vida. Em casa sou  a " Bendita entre os Homens" - Marido, filho, enteados, netos e até o cachorro - e como fico anciosa que chegue uma " Linda Princesa" para reinar em nosso Lar.   


 Primeiramente falar das  qualidades masculinas é um pouco temeroso, pois podemos estar dando corda na pipa e prefiro levar na brincadeira - então coloco algumas frases ilustradas que achei bem propícias.





 




"Porque ser homem não é uma questão apenas biológica, as diferentes masculinidades se constroem conforme a sua cultura.

Ser homem é algo a ser conquistado pelo menino, é algo absorvido de uma expectativa social que já começa antes mesmo da escolha da cor das roupas do bebê, permeia seus brinquedos, seus podes e não-podes, seus heróis, seus esportes, seu estudo, seus amigos e suas paqueras, sua profissão, seu papel na família.

Uma expectativa social tão profunda que só percebemos a ponta de seu iceberg, mas que vai influenciar o que este homem vai poder desenvolver com esta mesma profundidade.

Por muito tempo, ao homem foi reservado o espaço do prover, à mulher coube o espaço do cuidar.

Ao homem coube o espaço fora de casa, de caçar, de construir, de produzir; à mulher o espaço do lar, de nutrir de comida e afeto, de educar, de se responsabilizar pelo outro.

E a mulher educou os meninos a desenvolver mais alguns sentimentos e as meninas outros. A expressão da raiva coube ao masculino por favorecer a agressividade necessária ao provedor, a expressão da ternura coube ao feminino por favorecer à nutrição e ao cuidado. Ao masculino coube o fazer, ao feminino coube o sentir. O menino nem mesmo aprendeu a reconhecer o que sente e poder falar sobre seus sentimentos.

Mas as culturas mudam, e as mulheres entram no mercado de trabalho e vão aos poucos conquistando o seu espaço, desempenhando funções que em sua maioria eram exercidas pelos Homens  e conquistam uma igualdade profissional.


Sem ter desenvolvido uma capacidade de expressão emocional, faltam aos homens palavras para elaborar essa transformação. Sem palavras, sentindo-se ferido, ele usa o punho como defesa e se torna violento. Os homens sentem essa transformação e sentem essa mudança.

Mas qual tem sido o modelo do homem masculino?
O machão?

O estereótipo do machão é centrado nos excessos: de sexo, atividade, velocidade, poder, etc. Ele é insensível, vingativo, arrogante, reservado, frio, prepotente, autoritário, rebelde, dominador, cínico, exibicionista, cheio de si, voltado para a ação em detrimento dos sentimentos, incapaz de controlar seus desejos. Sua valentia encobre o enorme medo que tem do desamparo, de aceitar a sua receptividade, de ter consciência da dor.


Toda violência é prepotente. Toda prepotência é uma reação a uma impotência a ser escondida. Quando não há o poder real, no sentido de uma capacidade para realizar, surge o poder de dominação. Quem realmente pode, não necessita dominar.


Antes expulso do espaço da casa, o homem hoje está sendo expulso do próprio espaço social ao lhe ser subtraído o papel de provedor.

Seu refúgio? A ilusão. Ao invés de produzir realidades passa a consumir imagens.

Ao perder as disputas reais, busca um outro espaço onde possa vencê-las. Seus heróis, nos filmes de ação lutam por ele, nas novelas transam por ele, e os robôs produzem por ele carros na fábrica onde ele trabalhava. Ao menos assim ainda se sentem inseridos na sociedade, e como ela é rica e poderosa por trás das telas e vitrines. Mas ele luta sim, ontem destruiu todos os bandidos no vídeo-game, transa pelo disque-sexo e pela Internet, e algum dia ainda vai comprar aquele carro fantástico quando ganhar na sena.

Ao perder a sua força real, o homem de hoje retoca a sua imagem para não perder a pose; malha, mas hoje seus músculos não mais constroem, só servem para ele se exibir. Vive em um espaço tão virtual quanto o H de Homem.


Sua alternativa? Conquistar os espaços da realidade perdida -  no lar, na intimidade do seu corpo, na expressão de sua emoção, na integração do seu afeto com sua sexualidade, qualquer que seja sua orientação sexual.

Surge um novo omem sem H que quer liberar a sua lágrima, poder dizer não na cama, ser tirado para dançar, receber flores, trocar fraldas, simbolizar seu órgão de amor mais por coisas gostosas do que por instrumentos de guerra (expressões extraídas do manifesto masculinista), em suma, resgatar o espaço de sua sensibilidade, descobrir que há um coração pulsante escondido sob esse peito.
Percebe que foi ele mesmo quem construiu este espaço social de uma frieza que agora o exclui, e que portanto pode alterá-lo.

Para reconquistá-lo só precisa do calor de seu próprio coração. "

"Os homens são como as moedas;
devemos tomá-los pelo seu valor, seja qual for o seu cunho."
(Carlos Drummond de Andrade)

RSantos

37a. Edição Opinativa ´Projeto Blóínquês


115a. Edição  Projeto Blorkutando





Fontes:
texto  do site www.orgonizando.psc.br/  (com adaptações )

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

"Legalização da Maconha"


As notícias mais recentes sobre a legalização da maconha foram matéria nos sites da folha , da Globo e da Revista Época. Quase metade dos americanos são a favor da legalização da maconha conforme pesquisa da Gallup. Na Califórnia foi apresentada uma proposta em Plebiscito que provou uma grande mobilização e expectativa que foi logo descxartada com sua rejeição colocando um fim nessa campanha.

A legalização da maconha para fins terapêuticos representa um avanço para a medicina e já vem sendo defendida por cientistas e políticos já há algum tempo. Temos vários estudos que foram realizados com o uso terapêutico da maconha para combate no mal de Parkinson como no tratamento para dor em doenças como câncer, aids, esclerose múltipla e glaucoma. Essas teses são defendidas por cientistas da USP e da UNIfesp.

As pesquisas mostram que uma grande maioria diz que a liberação da maconha é um assunto que não sai da mídia e é muito polêmico. Essa liberação para algumas pessoas seria uma vitória e para outras uma derrota, mas acho que a não liberação é o certo a fazer.

Fora o dinheiro que é gasto quando o assunto é droga, pois muitos morrem são presos, roubam e com isso a polícia precisa aumentar seu efetivo par conseguir dar conta de tantas ocorrências. A maconha faz com que muitos jovens fiquem viciados, alguns deles não trabalham e com isso não possuem dinheiro em casa para sustentar seu vício e começam a roubar e até mesmo matar para sustentar o vício. Há casos de jovens que vendem coisas de dentro de casa para poder comprar a maconha.

Enfim pensar na liberada da maconha é ver aumentarem os homicídios, roubos e muitas outras ocorrências e com isso os gastos serão bem maiores para o estado.

Alguns políticos acreditam que com a liberação iria diminuir os gastos por diminuir as ocorrências, mas na verdade elas vão crescer mais ainda porque nem todos podem sustentar seu vício como já foi dito anteriormente.

No meu ponto de vista os gastos com a segurança de uma população não deveriam ser calculados, pois a guerra contra o terror é realmente muito difícil de ser vencida. Com a liberação vai aumentar também o consumo e conseqüentemente a violência. Surgirá no povo à insegurança, o medo e com toda essa falta de segurança com o aumento de roubos, mortes e assaltos a policia não poderá estar sempre em todos os lugares.

Hoje em dia quem encontra com uma mulher bonita na rua não sabe, mas ela pode ser uma viciada em maconha, pois apesar de existir aqueles que não conseguem sustentar seu próprio vício muitos conseguem e trabalham duro estudam levam uma vida normal e usam maconha sem prejudicar a sociedade.


Infelizmente o número de pessoas que fazem mal a outras pessoas é bem maior. A tentativa para que parem de usar drogas é realizada com bastante afinco, mas são tantos que vendem quanto os que usam e os policiais são poucos ainda e por isso fica em complicado de acabar com as vendas.

Com a liberação também seria muito complicado nas escolas, pois a droga seria vendida no seu interior e assim viciando mais e mais adolescentes que sempre querem experimentar de tudo. Sendo proibida já se costuma ficar perto de escolas vendendo imagine se liberada.

Vai ou não vai virar uma bagunça? Na verdade precisamos lutar para conquistar nossos ideais e se a liberação vai prejudicar a população então temos que lutar contra.

Atualmente um vício mortal e que está tomando conta é o crack em pesquisa no Diário das Ervas eles afirma que a Maconha é usada para combater os efeitos do crack. Temos sim que pensar em aprovar a legalização da maconha para o uso terapêutico o que já foi citado anteriormente, mas não tão fácil, pois envolve muitos senões como os efeitos colaterais e muitos outros.


 RSantos
9a. Edição
Projeto Entrelinhas



33a. Edição Opinativa
Projeto Bloínquês 




Imagens e pesquisas retiradas da NET

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

"Deus existe e eu acredito"

Você Acredita na existência de Deus?
Sim acredito em Deus, numa força superior capaz de criar todo esse Universo com tamanha grandeza e perfeição. Quanta beleza os nossos olhos podem admirar todos os dias. Quanto aprendemos, nos deleitamos, nos maravilhamos em poder, através da leitura, conhecer tantas histórias e belezas que não precisaram ser vistas e somente imaginadas dentro de nós mesmos.

Acredito em Deus sim, pois Ele esteve sempre presente em minha vida. Essa força superior, essa Luz Divina está  dentro de cada um de nós. Posso dizer que com o passar do tempo a Sua presença se mostrou viva e real. Quando crianças normalmente nossos pais nos colocam no mesmo caminho da sua fé, mas conforme crescemos vamos exigindo mais explicações e chegamos as nossas próprias conclusões através dos nossos passos, das nossas atitudes.

Vivemos diversas etapas na vida que nos trazem alegrias, tristezas, sofrimentos, dores, perdas. Cometemos erros que são naturais no aprendizado que trilhamos e isso tudo nos leva a Deus. Impossível não sentir a Sua presença em tantos momentos que parece que o mundo vai desabar, que não tem saída e sem perceber voltamos a sorrir e até esquecemos o que passou.

“Deus quando fecha uma porta sempre abre uma janela”. Essa frase sempre uso porque em várias vezes a minha porta foi fechada e Deus sempre me mostrou uma janela aberta e aqui estou com saúde, com uma linda família, amigos e feliz em poder com a minha idade usar a sabedoria que Ele me passou para ajudar a quem precisa.

Acredito em Deus e sei que, quando acabar a minha missão aqui na terra, sua mão estará pronta para me segurar e me levar para estar ao Seu lado.

RSantos

32a. Edição Opinativa
Projeto Bloínquês



Imagens retiradas da Net / Vídeo You tube

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"Apesar de tudo ainda sou brasileiro"

O que posso dizer hoje diante dessa campanha eleitoral que fere os princípios básicos da ética e da moral.
Sou uma cidadã que viveu o racionamento da década de 50 quando ainda criança tinha que madrugar para ir para a fila do leite , da carne sem ainda ter muita noção do porque ter que sair de noite para comprar comida.
Sou uma cidadã que viveu na época da Ditadura Militar,  que se sentiu lesada no governo Collor onde seu salário foi retirado de sua conta só deixando cinquentinha que mal dava para pagar o aluguel.
Sou sim uma cidadã que paga rigorosamente todos os impostos, que sou aposentada pelo INSS após trinta anos de trabalho e contribuição à Previdência Social, recebendo um salário que mal paga os gastos básicos de uma família de classe média. Uma aposentada que tem que continuar trabalhando para manter um padrão de vida melhor, para poder pagar um plano de saúde e não depender de um SUS.
Posso dizer que sou uma cidadã feliz, pois ainda tenho saúde para continuar a minha luta, mas quantos não tem essa condição e dependem dos serviços sociais que o governo oferece.
Então vocês me perguntam o que achei  sobre o a eleição do Tiririca para Deputado Federal por 1.353.820 pessoas.
O que achei disso? Acha que nós, povo brasileiro, estamos indo no 'caminho certo' ou acho que ele e outros candidatos, não fazem tanta diferença assim?

Indignação claro que sinto, mas infelizmente aceitaram a candidatura do Tiririca sabendo que não era qualificado e talvez para que todos reagíssemos dessa forma. Será que não seria pior a recandidatura de políticos corruptos que encheram os cofres no exterior as custas do nosso dinheiro?

Continuo na esperança de que o Brasil consiga encontrar o caminho certo e que haja conscientização de todos para que possamos ter um futuro melhor para nossos filhos e netos.

Procurando uma imagem na Internet encontrei este poema postado AQUI e me fez tão bem a alma que não pude deixar de compartilhar com vocês.

 

SINTO VERGONHA DE MIM

Sinto vergonha de mim…
por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o “eu” feliz a qualquer custo,
buscando a tal “felicidade”
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.
Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos “floreios” para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre “contestar”,
voltar atrás
e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer…
Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro !
(Autoria real desconhecida)

RSantos

29a. Edição Opinativa

Imagens retiradas da NET

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

"TOC"


TOC –Transtorno Obsessivo- Compulsivo é um dos distúrbios psíquicos mais comuns no planeta. O que observamos no nosso dia a dia, no nossos colegas, amigos, familiares e até em nós mesmos são manias esquisitas e que podem ser inofensivas, mas pesquisando no site “Bem de Saúde” eles informam que essas manias podem chegar a comprometer o desempenho profissional, escolar e os próprios relacionamentos pessoais. Passa a ser um caso a ter necessidade de ajuda especializada. As manias podem se transformar nas chamadas obsessões que diferenciam dos hábitos do TOC. Esses hábitos deixam a pessoa com desconforto, ansiedade e escrava desses comportamentos repetitivos.

Respondendo a pergunta: Você tem algum TOC?
Acredito que tenha mais manias do que propriamente um TOC. Segundo o psiquiatra da Unesp, Edson de Moraes Júnior, as manias são comportamentos repetitivos que são motivados por superstição ou crenças.
Todos nós temos Manias e isso não gera nenhum efeito em nossas vidas.
Falando em superstição eu sou uma que não passo embaixo de escada, não uso roupa preta nas sextas feiras e isso é uma mania que tenho até hoje e não me faz mal algum, pois convivo naturalmente com isso e para mim já é um hábito do meu cotidiano.
Algumas manias que recentemente tenho são:
• Com esse tempo maluco não saio de casa sem ter dentro da bolsa o meu guarda chuva.
• Trabalhar num local onde o ar condicional é central é conviver com um frio de lascar independente da estação do ano.Depois de passar por uma série de resfriados, gripes, alergias, etc passei a incluir em meus pertences obrigatórios um casaco para me proteger quando necessário.

Para falar sobre TOC , se tenho ou conheço alguém que sofra disso, como lidar com essa situação, qual a minha opinião sobre isso, se é uma doença que precisa ser tratada vou repetir uma pesquisa feita anteriormente para uma edição opinativa de obsessão.
Fernando Aureliano convive com a doença do "TOC" há alguns anos e é um estudioso do assunto.
Segundo ele,  ainda hoje, a ciência moderna não conseguiu explicar a natureza deste distúrbio, mas já se sabe muitas coisas importantes sobre essa doença que transforma as pessoas em reféns de sua própria consciência.
A medida que a ciência avança em suas pesquisas, fica cada vez mais evidente os fatores biológicos que cooperam para o desenvolvimento desta doença. É muito comum o “Transtorno Obsessivo Compulsivo” (TOC) ocorrer após traumatismos, lesões ou infecções cerebrais. A hiperatividade tende a se normalizar com o tratamento farmacológico bem como com a terapia cognitivo-comportamental.


Fatores de natureza psicológica também influenciam no surgimento, manutenção e agravamento da doença. É possível que o distúrbio surja após algum stress psicológico. Estes conflitos podem agravar os sintomas e podem também alterar a forma de pensar dos pacientes. O TOC pode mudar a forma de perceber e avaliar a realidade, pode fazer com que super valorizemos nossos próprios pensamentos e ações, nos fazendo acreditar que eles possam influenciar diretamente em eventos de escalas grandiosas. Podemos acreditar até mesmo que podemos salvar um planeta inteiro com um simples acender e apagar das luzes.

Algumas características da doença é nos fazer desenvolver rituais para que possamos manter o equilíbrio e a vida no planeta, ou simplesmente, que acreditamos colaborar para que nos faça manter nossa própria integridade. É comum rituais de repetição, preocupações absurdas com limpeza, perfeccionismo. Um portador desta doença acredita verdadeiramente que salva vidas todos os dias.
Os “pensamentos mágicos” podem acompanhar um paciente por dias inteiros, ou até mais. Cada paciente pode apresentar um ou mais destes sintomas, que até o momento são considerados incuráveis. Podem ser diminuídos e se tornarem até mesmo raros através de tratamentos e cirurgias, mas sempre estarão lá.
É importante entender que esse tipo de reação não é algo que surge na cabeça das pessoas com esse problema como algo que possa simplesmente ser ignorado. As ideias que guiam e geram comportamentos nas pessoas com o TOC são extremamente poderosas. E por mais que depois de muito tratamento psicológico os pacientes saibam que aquilo não é real, por mais que tenham completa consciência disso, é como se não tivessem opções. Como se houvesse um ser supremo e super poderoso em sua cabeça que lhe controlasse e lhe obrigasse a seguir com os rituais. Alguns destes rituais chegam a ser feitos, muitas vezes, sem que nós mesmos percebamos. É algo absolutamente incontrolável, como se estivéssemos drogados mesmo. Como se não tivéssemos mais nenhum controle que seja de nosso corpo. Comportamentos “evitativos” também são comuns como forma de não desencadearem essas obsessões.

Tenho absoluta certeza de que não vou conseguir explanar todos os problemas relacionados ao TOC, como não sou a pessoa certa para entrar em detalhes mais profundos.

Existem várias produções interessantes do cinema e da TV que falam sobre o assunto (apesar de um pouco exageradamente, ou não!), como por exemplo os filmes: “Melhor é impossível“, “O Aviador” e o seriado “Monk“. "



Rene Santos

28a. Edição Opinativa  - T O C
Projeto Bloínquês




Imagens retiradas da Net
Vídeos you tube
Pesquisa e descritivos retirados dos sites

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

"PALMADA DE AMOR NÃO DÓI"

A educação dos filhos não se resolve no tapa e também não se resolve somente no diálogo. Tudo tem sua forma de agir e um bom papo , manter um diálogo é sempre muito importante, mas tem vezes que  é necessário um tapinha para conter certas rebeldias que muitas vezes surgem na fase de infantil ou na adolescência. Sou a favor do projeto de lei para proibir a prática de castigos físicos em crianças e adolescentes. Quando se fala em "castigos físicos" não podemos comparar ao fato de uma criança levar uma palmada por ter feito alguma coisa errada.
 
Falar sobre a minha infância e de como fui educada é muito gratificante, pois sou da época onde “palmada de amor não dói”. A Educação que recebi de meus pais tinha regras e obrigações a serem cumpridas e, apesar disso tudo, gostaria de ressaltar que havia uma grande amor e respeito não só por eles como pelos mais velhos. Esse respeito, no mundo de hoje, são valores que pouco se ressalta na educação e se refletem na cultura do povo onde deparamos com várias situações que muitas vezes nos revoltam. Sou de um tempo que havia a conversa, o diálogo que nos orientava o que era certo e errado e quantas vezes vislumbrados pelos colegas, pela própria euforia da idade, saíamos da linha, e aí, não havia conversa, era castigo na certa e claro que em certas ocasiões não conseguia escapar daquela “palmada de amor”. Esse tipo de educação nos moldes antigos considero válida e isso não pode ser comparado a maltratos e a castigos físicos. Considero uma educação caracaterizada por limites rígidos e dizer “não” aos filhos não era visto como prejudicial. 


Falando da educação dos filhos nos tempos atuais, os pais assoberbados pelas tarefas profissionais ou mesmo domésticas, tendem a passar menos tempo com os seus filhos e, frequentemente, delegam a responsabilidade de sua educação a terceiros, como a própria escola. Outros, tem tempo para seus filhos, porém, não sabem como gerenciar as dificuldades e nem estabelecer os seus limites.

Atualmente procuramos dar aos nossos filhos uma educação fazendo certas concessões movidos talvez pelo sentimento de “culpa” pelo pouco tempo dispendido a eles que podem desfavorecer o aprendizado de regras culturais e morais importantes.

Muitas mães se perguntam como educar os filhos corretamente, qual será a “fórmula mágica” para cuidar de uma criança, cuidar de sua educação e fazer com que ela cresça dentro da sociedade como um exemplo de criança. Não existe mágica para educar um filho pois acima de tudo ele é um ser humano, tem vontade própria e o que a mãe deve fazer é mostrar a ele como agir corretamente. Mostrar os dois lados do mundo, o lado certo e o lado errado e instrui-lo parara que siga sempre o caminho correto.

Ensinar a diferença que existe entre a verdade e a mentira, procurar sempre responder as suas curiosidades não escondendo nenhum fato ou notícia dele e se for algo muito grave procure esclarecer de forma suscinta sem muitos detalhes, mas nunca esconder ou mentir, fala sobre todos os assuntos sempre com muita naturalidade, porque dessa forma ele já vai se adequando às realidades da vida. Lembrando sempre que a melhor forma de educar o seu filho nos dias atuais é utilizar sempre o diálogo, nunca usar da agressão e também nunca deixar faltar a verdade para com ele e na frente dele, maus exemplos geram pessoas más.

Uma boa comunicação familiar permite que os pais conheçam melhor seus filhos dando-lhes condições para ajudá-los. Devem fazê-los refletir numa conversa aberta, perguntando e explicando-lhes as causas e problemas, fazendo com que eles mesmos procurem as próprias soluções e tomem decisões para que cresçam e ganhem responsabilidade.


Rene Santos

24a. Edição  Opinativa
Projeto Bloínquês


Fontes:
Imagens google
Pesquisas
:

Guiabrasilblog
Portal da familia
Rede Psi artigo da psicologa Maria ester

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

O que ele é para você?


O que ele é para você?
Meu pai foi e sempre será o exemplo de um homem que viveu para a família. Deixou um dos legados mais importantes para um ser humano a dignidade, o caráter e a educação.
Desde cedo cultivou em todos os filhos o hábito pela leitura. Era um homem um pouco fechado, pois estava sempre envolvido com o trabalho de publicitário ou em seus livros e hobby's.
Todos os dias chegava a casa com um livro debaixo do braço e nos bolsos as balinhas para os cinco filhos que corriam para pegar.
Com o passar dos anos não havia espaço para guardar tantos livros e revistas. Papai, depois de muitas reclamações da mamãe, começou a ler sobre carpintaria aprendendo nos livros tudo sobre o ofício. Lembro como se fosse hoje da estante que ele construiu na sala pegando toda a parede sobre o sofá e ainda tinha na lateral uma escrivaninha para a sua leitura noturna e seus apontamentos.
Tinha outros hobby's que também aprendera através dos livros como consertar geladeira, enceradeira, televisão, rádio e outros aparelhos da época.
Poderia ficar aqui enchendo este texto de tantos momentos maravilhosos que vivemos juntos, da sua preocupação constante conosco para que conseguíssemos uma boa colocação no mercado de trabalho.
Falar do carinho de pai e recordar de uma infância onde brigávamos pelo colo dele para brincar de cavalinho, das histórias que nos contava nos levando a viajar pelo mundo encantado da imaginação, das piadas engraçadas que nos levava a intermináveis gargalhadas, dos passeios no parque. Falo aqui sempre de nós, porque papai cultivou o amor e união entre os irmãos que existe até hoje apesar de sua ausência.
O amor pelo meu pai é um amor incondicional, um amor verdadeiro, um amor puro e que sempre estará vivo dentro de mim.
Até onde você seria capaz de ir por ele?
Até o fim do mundo assim como iria pela minha mãe, pelos meus irmãos e hoje, pelos meus filhos e netos.
Cabe a nova geração procurar levar aos seus filhos os mesmos ensinamentos, esperando que essa união familiar se perpetue por várias gerações.
É tão bom poder se expressar através das imagens e separei algumas que  poderão demonstrar o que meu pai foi para mim.

Amor e carinho
Amigo
Infância divertida
Leitura
Educação
União familiar
 Rene Santos
 Edição Opinativa - O que ele é para você?

 Imagens retiradas da NET e Getty imagens

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

"TROTE DE BOAS VINDAS"

O trote sempre foi visto como uma forma de boas vindas aos novos universitários que chegam com grande euforia, cheios de ansiedade e satisfação numa mistura de emoções por terem conquistado, depois de muito estudo, tão desejada vaga. Significa o início do seu “grito de liberdade” que mais a frente abrirá as portas de um mercado promissor de tantos profissionais de sucesso.

Os chamados “calouros” são recebidos, em seu primeiro dia de aula, com uma grande festa de boas vindas pelo veteranos. Essa festa nada mais é do que o tão temido trote que, em outras épocas, era organizado normalmente na Quadra de esportes da Universidade onde lhes aplicavam uma série de brincadeiras sadias como: pintar o rosto, as unhas, pedir para plantar bananeira, enfim várias atividades hilárias tendo como protagonistas os calouros que se divertiam e animavam a todos. Toda essa confraternização criava um laço de integração dos novos alunos a comunidade universitária já existente.

Este tipo de trote é realmente válido, gratificante e sinto orgulho em ter participado dessa época.

Podemos comparar o trote a vários tipos de eventos como chá de panela, chá de bebê e muitos outros que visam a comemoração de felicitação aos noivos pelo casamento, de boas vindas ao bebê que vai nascer. Uma forma de festejar, de mostrar alegria, de juntar os amigos e comemorar tão contagiante felicidade e é assim que vejo e aceito a brincadeira do “trote”.

Nos tempos de hoje presenciamos formas tão agressivas, cruéis e muitas fatais que transbordam a mídia fazendo do trote uma punição e não uma confraternização. O trote na maioria das vezes já não é mais aplicado dentro do estabelecimento universitário, pois a direção se opõe a responder por atitudes que nem mesmo planeja controlar ou organizar, deixando a livre arbítrio na mão de alguns “jovens insanos” que no vício de liberar tão maligna adrenalina e, espelhados nos heróis dos vídeo games que convivem desde a infância, se divertem sem imaginar quais as conseqüências.

Quantos jovens foram atingidos por estas formas cruéis de trotes, levados a deficiências físicas e mentais com traumas irremediáveis, deixando os seus entes entregues na esperança de um dia vê-los recuperados. Quantos vidas se foram e com elas os seus sonhos e de suas famílias, restando a dor e a tristeza de tamanha atrocidade.

Todos os anos, no período dos trotes nas universidades, presencio nas ruas milhares de jovens, com seus corpos pintados, pedindo “esmola” nos sinais de trânsito, abordando os pedestres na rua. Esmolas que serão utilizadas para comemorarem enchendo a cara de cerveja às custas dos outros. Que exemplo é esse? Espelhar-se na forma mais ostensiva e combatida no mundo de hoje onde crianças, jovens adolescentes são obrigados a pedir esmolas, na maioria das vezes, para sustentar o vício de seus pais ou quem quer que os “usem” , que ficam a espera do fruto deste crime sentados em seu pedestal de destruição.

Qual a solução para evitar que esse tipo de trote que virou um pesadelo continue a ocorrer todos os anos ? Deixo aqui a minha opinião e gostaria muito que fosse a opinião de uma grande maioria, para que pudesse ter a esperança de se tornar uma realidade. O que deveria ser feito em primeiro lugar seria criar uma lei proibindo o trote fora do estabelecimento de ensino. Permitindo que qualquer manifestação de trote só ocorra dentro da universidade.

Cada estabelecimento determinaria suas próprias regras podendo permitir ou não tal evento. Poderia haver a criação de uma comissão de alunos veteranos que ficariam responsáveis em organizar a recepção dos calouros de cada período/ano respeitando as normas pré estabelecidas pela reitoria da universidade. Atualmente, em alguns estabelecimentos privados, aplicam o trote solidário que é a obrigação do calouro levar algum mantimento não perecível para ser doado para uma entidade beneficente.

Várias seriam as soluções que nossas autoridades já deveriam estar colocando em pauta como uma de suas prioridades, visando acabar com essa tristeza de acontecimentos que dispara na mídia constantemente. Soluções que façam com que o trote volte a ser motivo de festa, de alegria de confraternização, que volte a ser o trote de boas vindas.


Rene Santos
"Vamos acabar com isso. . . "

20a. Edição Opinativa - Trote
Projeto Bloínquês

Imagens retiradas da NET
cores da vida Pictures, Images and Photos