domingo, 27 de junho de 2010

"O MUNDO DO CINEMA"


O cinema, considerado a sétima arte, exerce um poder e um fascínio ao público que o assiste que sai do mundo real e entra num mundo de sonho e fantasia. Esse poder surge em filmes de comédia, romances, ficção, aventuras policiais e muitos outros.
O fato de ir ao cinema faz parte da intergração social e está no rol de atividades de entretenimento de um público em geral.
As crianças já começam a se encantar com essa arte e hoje já temos jovens e adultos acompanhando os filmes desde a leitura de livros até sua produção e lançamento.
A nova geração tem o vício de assistir filmes. São os consumidores assiduos da sétima arte, ou se você preferir, Cinéfilos. Esse grupo de devoradores de filmes vem crescendo cada vez mais. O monstro do audiovisual tem adiquirido cada vez mais espaço dentro do cotidiano das pessoas, em especial, dos jovens. Apesar da grande concorrência para a faixa etária, onde existem os videogames, os seriados, etc, o cinema tem conseguido despertar e manter o interesse desses jovens que começam a se relacionar com esse mundo desde muito cedo.
Para falar sobre a influencia da arte do cinema na vida das pessoas um exemplo muito citado é o filme A Rosa Purpura do Cairo feito em 1985.

No filme a personagem vive exatamente essa situação de indivíduo influenciado pela Indústria Cultural. Na trama Cecília, uma garçonete apaixonada por cinema, acaba envolvida numa delas com um personagem fictício que ganha vida ao sair da tela. Tom Bexter é um personagem do filme que se encanta pela telespectadora e decide viver com ela no mundo real. Durante o reboliço causado por essa situação, Cecília acredita estar mesmo vivendo uma história que só seria possível na ficção e não consegue decidir se estar ao lado de um personagem irreal é melhor do que viver ao lado do ator que o interpretou. As conseqüências da influência do cinema na vida da garçonete acabam por levá-la a perder o emprego, deixar seu marido e, por fim, ficar sem seu grande amor. O que lhe resta é voltar ao cinema e se contentar com a felicidade de personagens como se fosse a dela mesma.
O que mostra o enredo deste filme é exatamente que a moça se perde entre a realidade e ficção pois o cinema leva até ela uma situação que foge a sua realidade na vida real. Um mundo de festas, aventuras e paixões que não fazem parte do dia-a-dia do cidadão comum. A moça fica fascinada por esse mundo de tal forma que não percebe que sua realidade está sendo afetada.
É justamente esse o efeito da Indústria Cultural sobre o indivíduo que acaba por perder a noção do que é real e o que é fictício quando exposto às histórias fantasiosas. Talvez não demos conta dessa influência, pois não analisamos o que vemos nas telas, mas, apenas, consumimos essas obras cinematográficas.
O cinema ainda faz parte dessa “máquina” industrial que transforma a arte em bens para serem consumidos e não mais apreciados e que, uma vez consumidos, agem de forma inebriante dando sensação de que a ficção tem mais “graça” do que o real.

Moda e cinema sempre andaram juntos. Moda também sempre foi o espelho dos grandes movimentos da humanidade, assim como das revoluções científicas, sociais, culturais e tecnológicas, sendo o cinema a grande vitrine dessas transfomações.
Com o cinema por ser um meio de comunicação e de forte influência levou a transformação da roupa e a vida das estrelas num objeto de desejo. A moda e o cinema tem um grande elo em comum, eles são vendedores de sonhos e é por isso que o cinema com o tempo deixou de ser apenas uma referência de moda e comportamento para ser também a grande indústria vendedora de moda do mundo. O cinema se transformou numa vitrine alvo das grandes marcas. A roupa da personagem do filme tornou-se um sonho de consumo.
  
Um dos maiores exemplos disso podemos vivenciar no filme “ O Diabo veste Prada” onde na verdade é a toda-poderosa editora chefe da Vogue América, Anna Wintour que aos 55 anos de idade, essa inglesa revolucionou o jornalismo de moda desde que assumiu o cargo na Vogue.

“O cinema é capaz de deixar o espectador em estado de êxtase mais do que qualquer outra forma de expressão de um ser humano. Estando na escuridão de uma sala de cinema a sua mente se entrega a solidão e ao silêncio saindo do seu corpo e viajando pelo mundo da imaginação. Estamos de frente de uma das melhores formas de podermos expressar o mundo dos sonhos."

Rene Santos

36a. Edição _ Cinema
3º Lugar


Fontes:
Videos You tube
Imagens e consultas Google
Pesquisas Sites  Dulce Teixeira e Estereotipo

Um comentário:

Italo Stauffenberg disse...

Eu simplismente adoro o diabo veste prada. me mato de rir.

hehehehe

OBG pela indicação do Livro do Augusto Cury. Eu ia comprá-lo mas decidi levar outro.

Meu próximo livro a ler será A menina que roubava livros.